Nossos ideais - Zeno José Otto

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Como é fácil acusar os outros...

Eu adoro os Estados Unidos e Israel. Adoro tudo que eles fazem pelo mundo. Coca-cola, chiclete, rock, Mac Donald, Nike e tantas outras utilidades que sem elas não poderíamos viver.

Principalmente tudo que eles proporcionam aos iraquianos, vietnamitas, afegãos, palestinos, cubanos, libaneses, negros, índios, mexicanos etc. etc. etc.

Sempre, antes de dormir e para dormir melhor, eu faço votos profundos que Deus seja justo e retorne tudo a eles. Em dobro.

O respeito que eles têm pela qualidade de vida e de morte de milhões e milhões de seres humanos, não tem preço, mas receber o dobro do mesmo tratamento já seria razoável. Não?

Agora, com o vazamento de mais de 90 mil documentos e relatórios secretos sobre a guerra no Afeganistão que foram colocados na Internet pelo site 'Wikileaks', numa das maiores fugas de informações militares, vamos ter uma idéia mais real da verdadeira face dessa história, sem qualquer tipo de censura.

Peço sinceramente que Deus não exagere. Apenas seja justo.

 

Saiu no New York Times um conjunto de documentos que pode acabar com a guerra do Afeganistão.Uma espécie de Pentagon Papers dos novos tempos.

Os documentos do New York Times mostram a ligação entre o serviço de inteligência do Paquistão – grande amigo dos Estados Unidos – com o Talibã, no Afeganistão – grande inimigo dos Estados Unidos.

Os Estados Unidos derramam um monte de dinheiro no Paquistão e o Paquistão detona os Estados Unidos no Afeganistão.

Assim como os Pentagon Papers ajudaram a minar a legitimidade da guerra do Vietnã, o Wikileaks pode desmoralizar a guerra do Afeganistão.
O Wikileaks é um site colaborativo, postado na internet que recebe e filtra documentos confidenciais.

E foi de lá que o New York Times extraiu os documentos. De um site cooperativo!

(http://www.conversaafiada.com.br/)

 

Vejam qual é o nível de cultura dos leitores da veja divulgado por ela mesma:

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As 4 ditaduras atuais do Brasil.

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Trecho da carta enviada aos diretores d’O Estado de São Paulo:

Cremos descabido que um jornal como "O Estado de S.Paulo" se refira ao presidente Hugo Chávez, eleito e reeleito pelo voto livre da maioria dos venezuelanos, com o uso de termos e expressões como "lúgubre circo de Chávez", "autocrata", "protoditador", "circo chavista", "caudilho", "lúgubre picadeiro", "costumeira ferocidade", "rugiu", "toque verdadeiramente circense da ofensiva chavista – no gênero grand guignol".

Descobrimos porque as 4 grandes empresas de comunicação sediadas no Brasil odeiam tanto o Hugo Cháves e Lula. Ambos foram eleitos e reeleitos, coisa que os presidentes e diretores desses veículos não foram.

Não foram e nunca serão. São apenas herdeiros de uma ditadura familiar, de um aristocracia parasita e improdutiva, rodeados de lacaios. Os termos que usam para o Cháves, serviriam perfeitamente bem para eles próprios.

São o que são por pura sorte na loteria do nascimento. Mais nada. Mesmo assim, acusam o sucesso do governo atual como conseqüência da sorte do Lula. Eles deveriam ter nascido em Garanhuns...

Se houvessem eleições em suas empresas, eles não seriam eleitos e elas seriam mais competentes, éticas, responsáveis, profissionais, comprometidas com o Brasil e com todos os brasileiros.

 
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O verdadeiro poder da Globo:

A lei do efeito contrario.

Lembro-me do que e do quanto a Globo representou para a ditadura militar, procurando pintar de azul celeste aqueles anos marrons. Deu no que deu.

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E o quanto ocultou o movimento “Diretas já”. Deu no que deu.

Na eleição do Collor, assumiu descaradamente o comando da campanha do “Caçador de marajás”... Deu no que deu.

Nas eleição e reeleição do Lula, novamente lutou desesperadamente para o Serra e o Alckimin. Deu no que deu.

Já é um conceito estabelecido no Brasil de todos os brasileiros que quanto mais a Globo bateu no governo e no Lula, mais a aprovação do “cara” cresceu. Vou esquecer que a mídia impressa fez a mesma coisa porque todos os seus veículos só atingem aqueles eternos 5% do Brasil colonial. Deu no que deu.

Agora a Globo mirou seu canhão contra o Dunga. Confesso que nunca fui com a cara do Dunga. Como espectador e torcedor sou mais apreciador do futebol arte, talento, criatividade, espetáculo. Mas, começo a ver uma beleza e um encanto que nunca tinha percebido nele! Com seu jeitão grosseiro e truculento ele começa a passar pra gente um Q de sinceridade.

Está ficando claro que, se você quiser ficar no lado certo em qualquer questão, basta ficar do lado oposto ao da Globo.

Chego a pensar que se a Globo tivesse apoiado o governo Lula, em vez de criar crises, escândalos, dossiês, CPIs, criaria uma situação bem mais cômoda para o Serra hoje. Simples questão de lógica.

O verdadeiro poder da Globo poderia ser chamado de “lei do efeito contrario”. Seu “noticiário” colocado entre duas novelas para garantir audiência, com “jornalistas” que mais parecem ser atores e, daí, tudo que for critica vira elogio ou vice-versa. Verdade vira mentira. Ou estou errado?

 

 Um pouco de tudo da terra de todas as gentes.

Belezas e segredos dessa terra e de seus estranhos moradores:

http://www.parana21.com.br

  Fala até, de um jeito diferente, do futebol do Brasil!
 
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A Revista ISTOÉ publicou esta entrevista, que reproduziremos em partes aqui na primeira página do nosso site e, integralmente, já está na sessão PÉROLA AOS POUCOS.

O entrevistado é Roberto Shinyashiki, médico psiquiatra, com Pós-Graduação em administração de empresas pela USP, consultor organizacional e conferencista de renome nacional e internacional. 

Imagem Activa Cuidado com os burros motivados


Temos um modelo de gestão  que premia pessoas mal preparadas?

Ele cria pessoas arrogantes, que não têm a humildade de se preparar, que não têm capacidade de ler um livro até o fim e não se preocupam com o conhecimento. Muitas equipes precisam de motivação, mas o maior problema no Brasil é competência.

CUIDADO COM OS BURROS MOTIVADOS.
Há muita gente motivada fazendo besteira. Não adianta você assumir uma função para a qual não está preparado. Fui cirurgião e me orgulho de nunca um paciente ter morrido na minha mão. Mas tenho a humildade de reconhecer que isso nunca aconteceu graças a meus chefes, que foram sábios em não me dar um caso para o qual eu não estava preparado.

Hoje, o garoto sai da faculdade achando que sabe fazer uma neurocirurgia.
O Brasil se tornou incompetente e não acordou para isso.

Falta às pessoas a verdadeira auto-estima. Se eu preciso que os outros digam que sou o melhor, minha auto-estima está baixa. Antes, o ter conseguia substituir o ser. O cara mal-educado dava uma gorjeta alta para conquistar o respeito do garçom. Hoje, como as pessoas não conseguem nem ser nem ter, o objetivo de vida se tornou parecer. As pessoas parecem que sabem, parece que fazem, parece que acreditam. 

E poucos são humildes para confessar que não sabem. Há muitas mulheres solitárias no Brasil que preferem dizer que é melhor assim. Embora a auto-estima esteja baixa, fazem pose de que está tudo bem.

Isso vem do vazio que sentimos. A gente continua valorizando os heróis. Quem vai salvar o Brasil? O Lula. Quem vai salvar o time? O técnico. Quem vai salvar meu casamento? O terapeuta. O problema é que eles não vão salvar nada! Tive um professor de filosofia que dizia:

"Quando você quiser entender a essência do ser humano, imagine a rainha Elizabeth com uma crise de diarréia durante um jantar no Palácio de Buckingham". Pode parecer incrível, mas a rainha Elizabeth também tem diarréia. Ela certamente já teve dor de dente, já chorou de tristeza, já fez coisas que não deram certo. A gente tem de parar de procurar super-heróis. Porque se o super-herói não segura a onda, todo mundo o considera um fracassado. A gente não é super-herói nem superfracassado. A gente acerta, erra, tem dias de alegria e dias de tristeza. Não há nada de errado nisso.

Hoje, as pessoas estão questionando o Lula em parte porque acreditavam que ele fosse mudar
suas vidas e se decepcionaram. A crise será positiva se elas entenderem que a responsabilidade pela própria vida é delas.

 

 
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A mídia é minha anta. Sem ofender a anta.

Alguma coisa errada está acontecendo com a oposição ao governo Lula e, mais precisamente, com a sua imprensa aliada.

As quatro grandes empresas de comunicação (Globo, Folha, Estadão e Veja) omitem todas as boas notícias do atual governo, quando não as criticam. Com esse enorme poder de fogo sabe qual é o resultado? O “cara” continua batendo recordes de aprovação.

Algo há!

Será porque o povão do Lula não lê jornais, revistas e não assiste a Globo? Não é. A maioria dos conteúdos desses veículos é bem abaixo do popular, é vulgar. Só um alienado acreditaria numa informação lida por um Bonner e sua esposa.

Nas sessões de comentários dos seus sites, o linguajar de quem aprova os comentários e criticas ao governo, são chulos (Chamam o Lula de Sapo Barbudo, de Anta etc. etc.). Vejam essa “pérola” publicada na Folha:

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A impressão que me dá é que o nível dessa imprensa está tão baixo que realmente é impossível levá-la a sério. Parece jornalismo de colégio. Ou são muito mais amadores e sem graça do que estudantes primários, ou pensam que nós somos idiotas.

 
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Para que servem as exceções?

Para que não se possa generalizar as inutilidades e os trambiques do senado, das câmaras dos deputados federais e estaduais, nem das dos vereadores.

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As famosas exceções servem de escudo para a grande maioria. Só para isso. Sendo sempre minoria, mesmo que tivessem grandes idéias e projetos, não terão aprovação. Ou são omissos, ou são cúmplices bem disfarçados, ou são incompetentes.

Se você tiver estômago para suportar alguns minutos as TVs que mostram suas sessões, verá um teatrinho caríssimo e uma aula de cinismo bisonha. Mesmo eles sabendo que estão sendo vistos, não demonstram um pingo de auto-crítica. São sem caráter assumidos.

Moral da história: Quando 90% do pacote de feijão estão podre, a melhor solução é jogar tudo no lixo.

 
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Éveri bode macacada!

Se você ainda acreditasse na mídia plim-plim diria que os países bandidos do mundo são: Cuba, Irã, Venezuela, Bolívia, Equador, Coréia do Norte, Iraque, Afeganistão e seus presidentes são uns terroristas malvados, assassinos, loucos etc. etc. etc.

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E o mocinho do filme são os Estados Unidos. Com seus velhos parceiros: Inglaterra e Israel, o verdadeiro tio Sam(uel).

Os países “bandidos”, por uma estranha coincidência, são ricos em minerais, principalmente em petróleo. Algum deles prejudicou você em alguma coisa? Fala sério.

Eu também, durante muito tempo achava que os Estados Unidos representavam o lado bom e a União Soviética o lado ruim. Se você criticasse os ianques seria etiquetado de comunista.

Felizmente o império russo esfacelou-se. Apesar da mídia ironizar quem for anti-americano, podemos ser sim, sem sermos comunistas. Basta perder o “complexo de vira-lata”.  Entenda, de uma vez por todas, que as quatro empresas de comunicação sediadas no Brasil não são brasileiras. Defendem os interesses da “comunidade internacional” (Estados Unidos, Israel e Inglaterra).

O Brasil cresceu muito mais do que esperavam e eles perderam muito mais do que imaginavam. Suas economias estão na UTI.

Se você chegasse agora pouco de outro planeta e lesse os jornais de hoje perguntaria: Como é que um pais que só tem problemas como este ainda sobrevive? Mas, digamos, alguém que não tem cabeça de plim-plim lhe explicasse que a mídia local é contra tudo que dá certo no Brasil. Você continuaria sem entender e perguntaria: e por que vocês ainda compram e assistem esses inimigos de vocês?

Tai uma boa pergunta! Você é capaz de responder?

 
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O Segredo das Nações