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Marketing e Comunicação para quem não é do ramo. |
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Israel é anormal e sem limites |
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Escritor judeu diz que Israel é anormal e sem limites O escritor israelense Sefi Rachlevsky defende em seu livro No Limit (Sem Limites) a idéia de que o Estado de Israel e sua sociedade têm um caráter "anormal", em comparação com outros países. “O que aconteceu aqui é uma verdadeira tragédia. A maioria dos imigrantes que vieram para cá, principalmente depois da Segunda Guerra Mundial e do Holocausto, queria viver em um país tranqüilo, normal e secular”, disse Rachlevsky, em entrevista à BBC Brasil. Mas, para o escritor, Israel, que completa 60 anos de existência nesta quinta-feira, está em conflito permanente com seus vizinhos e não é tranqüilo, normal ou secular. Rachlevsky diz que Israel é um país "sem limites".  “Uma das questões básicas que demonstram a falta de limites é a interferência da religião nas questões do Estado, em muitos aspectos Israel é uma teocracia." “Imagine que Israel é o único país do mundo onde um judeu não pode se casar com uma pessoa não judia, aqui não temos casamento civil, só religioso”, afirma. “Não temos uma Constituição que possa traçar os limites entre o Estado e a religião.” "Problemas de personalidade" Rachlevsky usa instrumentos da psicologia para analisar o impacto da ausência de limites sobre a sociedade israelense. “Uma criança criada sem limites terá problemas sérios no desenvolvimento de sua personalidade”, diz. “São os limites que possibilitam o desenvolvimento de uma personalidade saudável e a capacidade de raciocínio e até de memória.” “Sem limites se cria uma situação cognitiva difusa e dificuldades de desenvolver um pensamento conceitual, uma diferenciação entre a vontade e a realidade, uma lógica organizadora.” Para Rachlevsky a ausência de limites é a chave para entender Israel, tanto sob o aspecto do conflito com o mundo árabe como fenômenos internos observados na sociedade israelense. Sefi Rachlevsky nasceu em 1966, um ano antes da Guerra de 1967, quando Israel ocupou os territórios palestinos da Cisjordânia, Faixa de Gaza e Jerusalém Oriental, as colinas do Golã da Síria e o deserto do Sinai, do Egito. Embora não tenha lembranças diretas dos primeiros 19 anos de Israel, antes da ocupação de 67, o escritor expressa uma certa nostalgia por aquele período. “Aquela foi a primavera de Israel”, lembra. “Naquela época a sociedade israelense estava começando a consolidar uma certa normalidade, mas a ocupação destruiu esse processo, desde então não temos mais limites.” De acordo com a análise do escritor, a falta de limites cria a violência, que se volta tanto para fora como para dentro da própria sociedade israelense. “Nos primeiros anos do Estado havia uma solidariedade interna, as pessoas podiam deixar as portas de suas casas abertas, se alguém caísse na rua muitos corriam para socorrê-lo." Jimmy Carter Rachlevsky também menciona uma ausência de limites morais e de parâmetros de conduta. “Veja como o governo de Israel tratou o ex-presidente americano Jimmy Carter, em sua última visita (em abril).” “Nenhum país do mundo trataria Carter com tanta grosseria. Olmert se recusou a encontrá-lo e até os serviços de segurança se negaram a colaborar com os agentes americanos que o acompanhavam.” O governo israelense criticou o livro que Carter escreveu, no qual acusou Israel de conduzir um regime de apartheid em relação aos palestinos. Outro tema que despertou a indignação de Israel foram os encontros de Carter com líderes do Hamas, e o resultado foi o boicote do ex-presidente americano durante sua visita ao país. Mas para Rachlevsky “isso não se faz”. “Não é só uma Constituição que falta em Israel, faltam normas de conduta, uma noção do que se faz e do que não se faz.” “Carter intermediou o acordo de paz entre Israel e o Egito (em 1979), o maior país árabe, e Israel deveria agradecer e tratá-lo com a gentileza que ele merece, embora não concorde com suas posições atuais.” Rachlevsky considera a colonização israelense nos territórios ocupados um dos efeitos mais significativos do caráter “sem limites” de Israel. “Como pode um Estado enviar seus cidadãos para morar fora de suas fronteiras e depois lutar contra o próprio Estado e minar o próprio conceito de Estado?”, pergunta. O escritor manifesta preocupação com a própria capacidade de Israel de continuar existindo e afirma que a ausência de limites pode destruir Israel “tanto por fora como por dentro”.  “Se Israel quer sobreviver vai ter que começar tudo de novo, realizar uma mudança enorme, como começar do zero. Terá que estabelecer fronteiras físicas e políticas, princípios básicos de conduta para a sociedade e seus líderes, uma Constituição e construir um sistema de valores.” Só nos resta ter pelo povo judeu o respeito que eles merecem. Pelas ações dos que agem e pelo silêncio dos demais. E temos todo direito de considerar Hitler um canalha cada vez menor. Comentar |
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Israel x Palestina |
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Israel x Palestina Através dos grandes veículos de comunicação você jamais entenderá a “guerra” Israel x Palestina. Encontramos essa entrevista que me pareceu ser a mais esclarecedora sobre o assunto.  Extraído de entrevista com Mustafá Barghouti, líder da Iniciativa Nacional Palestina feita por Ignácio Ramonet (19/05/2008) Hoje, fala-se muito do Hamás, nos jornais, na televisão. Há 20 anos, o Hamás não existia. Nem existia o Hizbollah libanês. Israel, de certo modo, provoca o surgimento destes grupos, por sua atitude de afrontamento sistemático contra os palestinos. Para ser objetivos, temos de reconhecer também que o Hamás e o Hizbollah são resultado da intransigência de Israel. Mas, desde o final dos anos 1980, a Organização para a Libertação da Palestina (OLP) tem-se mostrado disposta a negociar e a encontrar soluções. Acho. Mas, como médico, posso garantir que um dos erros mais graves, que se pode cometer é confundir causas e sintomas de uma doença. Quem age assim corre o risco de matar o doente. O que se vê é que, em sua prática de propaganda, Israel mistura muito habilmente sintomas e causas. Praticamente todos os veículos de comunicação que noticiam o conflito palestino-israelense dão destaque à violência. Mas esquecem sempre de dizer que a violência é sintoma, manifestação da doença, do mal-estar, expressão de uma outra coisa. Esta outra coisa, de que ninguém fala, é a causa. São poucos os que lembram que a causa da violência é a ocupação da Palestina por Israel. Esquecem de dizer que – como aconteceu na França, por exemplo, de 1940 a 1944 – a pior de todas as violências é a ocupação. Não quero comparar situações tão diferentes. O que estou dizendo é que a ocupação da França, entre 1940 e 1944, não foi causada pela violência da Resistência. Tampouco a violência dos indianos revoltados contra a presença colonial dos ingleses foi causa da colonização inglesa na Índia. A causa sempre é a ocupação. A violência contra a ocupação é sintoma. “Causa” e “sintoma” são conceitos completamente diferentes, que não podem ser confundidos. Os veículos de comunicação, a mídia mistura sistematicamente os dois conceitos. E confunde tudo. Na Palestina, pede-se aos que vivem sob ocupação que garantam a segurança dos ocupantes. A mídia começou por confundir a mente dos israelenses, e aos poucos confundiu o mundo todo. É uma situação estranha, e efetivamente trágica. Na Palestina, pede-se aos que vivem sob ocupação que garantam a segurança dos ocupantes. É surreal. Para explicar uma situação muito simples – um país foi ocupado, seus habitantes defendem-se contra os ocupantes –, chegamos a ponto de confundir: as vítimas seriam os agressores, e os agressores, as vítimas. Começaram por confundir a mente dos próprios israelenses. Depois, pouco a pouco confundiram todas as mentes. Comentar |
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As 20 regras de saber viver |
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As 20 regras de saber viver  Dizia o Russo Guerdjef: "Uma boa vida tem como base o sentido do que queremos para nós em cada momento e daquilo que, realmente, vale como principal". Assim dizendo, ele traçou 20 regras de vida que foram colocadas em destaque no Instituto Francês de Ansiedade e Stress, em Paris. Dizem os "experts" em comportamento que quem já consegue assimilar 10 delas, com certeza aprendeu a viver com qualidade. Aqui estão as 20 regras de saber viver: 1 - Aprenda a dizer Não sem se sentir culpado ou achar que magoou. Querer agradar a todos é um desgaste enorme. 2 - Faça pausas de dez minutos a cada duas horas de trabalho, no máximo. Repita estas pausas na vida diária e pense em você, analisando suas atitudes. 3 - Planeje seu dia, sim, mas deixe sempre um bom espaço para o improviso, consciente de que nem tudo depende de você. 4 - Concentre-se em apenas uma tarefa de cada vez. Por mais ágeis que sejam seus quadros mentais, você se exaure. 5 - Esqueça, de uma vez por todas, que você é imprescindível. No trabalho, em casa, no grupo habitual. Por mais que isso lhe desagrade, tudo anda sem a sua atuação, a não ser você mesmo. 6 - Abra mão de ser o responsável pelo prazer de todos. Não é você a fonte dos desejos, o eterno mestre de cerimônias. 7 - Peça ajuda sempre que necessário, tendo o bom senso de pedir às pessoas certas. 8 - Diferencie problemas reais de problemas imaginários e elimine-os, porque são pura perda de tempo e ocupam um espaço mental precioso para coisas mais importantes. 9 - Tente descobrir o prazer de fatos cotidianos como dormir, comer e tomar banho, sem, porém achar que é o máximo a se conseguir na vida. 10 - Evite envolver-se na ansiedade e tensão alheias. Espere um pouco e depois retome o diálogo, a ação. 11 - Família não é você, está junto de você, compõe o seu mundo, mas não é sua própria identidade. 12 - Entenda que princípios e convicções fechadas podem ser um grande peso, a trava do movimento e da busca. 13 - É preciso ter sempre alguém em que se possa confiar e falar abertamente ao menos num raio de cem quilômetros. Não adianta estar mais longe. 14 - Saiba a hora certa de sair de cena, de retirar-se do palco, de deixar a roda. Nunca perca o sentido da importância sutil de uma saída discreta. 15 - Não queira saber se falaram mal de você e nem se atormente com esse lixo mental: escute o que falaram de bem, com reserva analítica, sem qualquer convencimento. 16 - Competir no lazer, no trabalho, na vida a dois, é ótimo… para quem quer ficar esgotado e perder o melhor da vida. 17 - A rigidez é boa na pedra, não no homem. A ele cabe firmeza, o que é muito diferente. 18 - Uma hora de intenso prazer substitui com folga 3 horas de sono perdido. O prazer recompõe mais que o sono. Logo, não perca a oportunidade de divertir-se. 19 -Não abandone suas três grandes e inabaláveis amigas: a intuição, a inocência e a fé. 20 - Entenda de uma vez por todas, definitiva e conclusivamente: "Você é o que se fizer". Comentar |
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Mais um ano mais humano |
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 Que este seja mais um ano mais humano. Que todos nós olhemos para a frente e para o alto. Que saibamos nos proteger do derrotismo da grande mídia. Que os bonecos de ventríloquos da televisão se neguem a ser anunciadores de crises que não existem, de calúnias, de mentiras e que reconquistem o auto-respeito. Que os veículos de comunicação parem de construir e aumentar crises e pensem nas terríveis conseqüências que tentam causar para 200 milhões de brasileiros. Que esses veículos entendam que não é dando tiros de canhão contra a grande maioria da população que conquistarão simpatizantes e votos para seus candidatos. É com grandes idéias. Que a elite perdedora entenda que sua obsessão pelo poder é a síntese de tudo que o Brasil precisa eliminar. Que essa elite deixe de ser parasita e transforme-se em uma elite produtiva, beneficiando-se do crescimento indiscutível desse nosso novo Brasil. A América Latina só se desenvolverá quando houver uma classe média instruída, solidária, moderna, lutando contra o atraso das elites locais. Nelson Rockefeller – em 1940 Que os governantes não se esqueçam que são apenas nossos funcionários. Cumpram o que prometeram quando foram candidatos ao emprego. Que observem e aprendam os males que a arrogância, a soberba e a doença do poder, já causaram em grandes pessoas, empresas e países. Que a oposição não transforme sua nobre função fiscalizadora em sabotagens. Quanto melhor ficar o Brasil melhor será para todos, até para quem hoje faz oposição. Que a oposição aceite que está colhendo hoje o que plantou no passado. Plante certo hoje para colher amanhã. Ajudando na construção de um Brasil grande e melhor para todos. É assim que conquistarão votos. Tem outra maneira? Que todos os brasileiros também pensem grande, sem rancores, sem invejas, sem medos e sem complexo de inferioridade. É a velha e grande esperança que está começando a se tornar realidade. E que você não se anule tentando nadar contra o futuro. Ele é inevitável e será bom se trabalharmos para isso. |
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Grandes Piadas |
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Nome de Corinthiano Um Corinthiano entra no cartório com seu rebentinho para registrá-lo. Na hora em que é chamado, ouve a pergunta do escrevente: - E aí, já sabe o nome que vai colocar? Ele responde: - Sei. Será uma homenage ao meu time, e é este o nome: Arquibancada do Timão!!! - O quê??? Desculpe, mas, este nome não pode... Não existe este tipo de homenagem... E o Corinthiano, usando de todo o seu neurônio, responde: - Aí, truta...Craro que existe, sim, cerrrto mano? Afinal de contas, se meu vizinho se chama Geral-do Santos, purrrque não posso chamar meu muleque de Arquibancada do Timão??? Diariamente novas e boas piadas. Enviadas por nossos “sócios-atletas”: Reinaldo Mathias, Gileno, Tânia Silva, Pedro Sartoreli, Cao Hering. Só está faltando você. |
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Justiça ou faz de conta? |
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Justiça ou faz de conta? Só poderemos afirmar que existe justiça no Brasil no dia que o ladrão de milhões de reais for preso com uma pena milhões de vezes maior do que a do ladrão de 1 real. Enquanto só os grandes ladrões, sonegadores e corruptos tiverem privilégios, isso que vemos não pode ser classificado como justiça. Não passa de um faz de conta que só serve para prender PPP (pobres, pretos e prostitutas). As prisões estão abarrotadas de pequenos ladrões. Os grandes, que representam mais de 90% dos roubos contra todos os brasileiros, que inviabilizam centenas de escolas, hospitais e empregos, continuam soltos. Com alguns juizes trabalhando como se fossem advogados deles. 
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Mensagem diferente |
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Uma mensagem de ano novo diferente. Existem músicas que não foram compostas, foram captadas. Existem músicas que são frutos da inspiração. Outras não passam de belos arranjos. Existem músicas que parecem que sempre existiram e sempre existirão. Outras, recém-feitas, já nem existem mais. A música é um mistério e, como tal, é inexplicável. Li tempos atrás (nem me lembro onde) um comentário que começava com a pergunta: “Você sabe por que os soldados são obrigados a aprenderem a marchar?” E explicava que as vozes de comando (“um-dois; um-dois; um dois”, “direita, volver!”, “esquerda, volver”) massificam, docilizam, domestificam os jovens, que passam a obedecer sem pensar. O compasso “um-dois; um-dois” é o mais elementar que existe, pois até as tribos aculturadas dele se valeram e se valem. É o compasso que “burrifica”, robotiza como acontece com muitos ritmos que hoje nos ofendem os ouvidos com aquele “tum-tum” infernal. A matéria dizia que não se deve permitir que essa lavagem cerebral nos atinja com o ritmo mecânico que não é natural, não tem “fio terra”. Dizia que a música universal precisa ter balanço e não ritmo. E elogiava muito a sabedoria dos ritmos em compassos não elementares, que respeitam as nuances da grande energia universal. Com certeza, aí está a razão de algumas músicas serem eternas e outras apenas momentâneas. E cada um de nós também... Comentar |
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Apesar de vocês... |
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Apesar de vocês...  Parece que os grandes veículos de comunicação sabem que seus dias estão contados e, por isso, dane-se a credibilidade que já tiveram. Apostaram todas as fichas nas ordens que o grande irmão do norte e a aristocracia tupiniquim, parasita e falida, mandavam, e quebraram a cara. Agora são sabem o que dizer. Suas campanhas anti-sucesso do Brasil, além de criminosas, são burras. Não funcionam. Insistem em trapaças jornalísticas como colocar em manchete que o índice de desemprego subiu assustadoramente. Só no texto da matéria, em letras miúdas, informam que esse fenômeno é mundial e não acontece no Brasil. Por que isso? Para nos deixar com medo, infelizes, comprando menos, produzindo menos... De maneira cruel e mentirosa. É o último cartucho que lhes resta. Felizmente não possuem mais credibilidade. Todas as pesquisas mostram que a aceitação ao governo Lula continua crescendo. Isso a mídia grande não pode esconder, apesar de divulgar apenas o suficiente para que não se diga que ela sabota informações positivas. Torcem desesperadamente para que o Brasil não dê certo. Lutam para trazer de volta ao poder aquela laia que nos governou por mais de 180 anos que, se pudessem, nos deixaria eternamente na era colonial. E o pior, para eles, é que não sabem conquistar votos. Sem isso, só voltarão ao poder através de golpe. Felizmente nem isso sabem fazer. Deveriam se limitar somente a fazer novelas e transmitir futebol. Sem o Galvão, por favor! |
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Direita, centro ou esquerda? |
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Direita, centro ou esquerda? É muito comum as pessoas me perguntarem se sou de esquerda, de centro ou de direita. Também me fiz essa pergunta centenas de vezes. Depois de muito pensar, conclui que não sou contra nenhum desses caminhos, mas o que não consigo aceitar é o nível rasteiro que eles são praticados. Estou sendo bastante simplista para não entrar nas dialéticas desses três caminhos. Não sou para a esquerda, não sou para o centro e não sou para a direita. Sou para cima. Um andar mais alto do que essa meleca que os políticos atuais apresentam já seria um grande avanço. Isso exige uma revolução branca, uma renovação total de todos os personagens que se agarram com unhas e dentes ao poder. E o primeiro passo é eliminar o velho conceito “é, mas há exceções...” Explico: Perto de onde moro tem um terreno baldio com uma carcaça do que foi um dia um carro. Não posso chamar aquilo de ferro velho por que há nele exceções. Ele tem um trinco que ainda não enferrujou, sua alavanca de cambio emperrou apenas por falta de uso e o espelho retrovisor está praticamente novo. Essa carroça que chamamos de política sempre é defendida com o argumento “há exceções”, sem dar nomes a essas exceções, que só beneficiam a grande, inútil e desonesta maioria. É a senha para deixar tudo no baixíssimo nível que está. Nos três caminhos. Haverá injustiças generalizando toda a politicalha nacional? Haverá. Mas é mais justa do que o prejuizo que esses espertalhões ou bobocas causam a toda a população brasileira. No dia que todos os brasileiros, os verdadeiros donos do país, entenderem, aceitarem e assumirem isso nos livrarem desses funcionários corruptos e/ou incompetentes e estaremos de fato construindo o Brasil que todos nós queremos e merecemos. E os partidos que não quiserem morrer, terão que garimpar, selecionar e qualificar melhor seus candidatos. Mas isso, compadre, só acontecerá depois que deixarmos de ser tão homens das cavernas e nos aproximarmos mais do homo sapiens. Comentar |
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Cai utilidade do jornal |
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Cairá a principal utilidade do jornal? 
Brasil consome mais papel higiênico, com 2º maior crescimento na década. Economista do BNDES credita aumento do uso à expansão da renda dos mais pobres. O crescimento econômico recente mudou o padrão de consumo de papéis sanitários no Brasil. De acordo com um estudo conduzido pelo economista Marcos Vital, do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), o país apresentou a segunda maior taxa média de crescimento entre os principais fabricantes desses produtos desde o ano de 2000, atrás somente da China. O fenômeno está ligado à expansão da renda das camadas mais pobres da população. Resta saber se a crise internacional, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva comparou na semana passada a uma "diarréia", não derrubará a renda da população e acabará diminuindo o consumo de papéis sanitários no país. DENISE MENCHEN DA SUCURSAL DO RIO/ Da Folha Não, Denise, com a mesma pobreza de ironia, achamos que vai diminuir a principal utilidade do seu jornal. Felizmente. É isso que dá jornalista querer fazer gracinha, tentando destruir desnecessariamente uma boa notícia. |
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