Existem marcas e Marcas...

Afinal, qual é a importância de uma marca no jogo mercadológico?

Não me recordo de nenhuma empresa séria que não possua uma marca (logo, logotipo, logomarca). Ela representa mais do que uma simples assinatura no processo de comunicação das empresas, ela é uma síntese da cultura e crenças das suas empresas. Ela é o símbolo da personalidade pública da empresa, ou, sendo mais claro, ela representa o nível de comprometimento para consigo mesma, o mercado e a opinião pública.

Dizem que tudo começou como identificação de gado. Hoje a coisa é bem menos dolorida. Basta criatividade, bom gosto, visão mercadológica e holística.

 

Algumas curiosidades sobre Marcas

Coisinhas que muitas vezes passam despercebidas do público alvo, mas que não prejudicam a rápida identificação da marca.

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 Um sorriso “lembrando” que a Amazon tem produtos de A a Z.

 

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Entre as letras E e X forma-se um flecha indicativa

 

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As letras i e L formam uma família.

 

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Você pode ver tanto um jogador de golfe quanto uma cabeça com um elmo grego.

 

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Existe uma “mãozinha”. Descobriu?

 

Erros comuns na criação e na manutenção de marcas.

Marca não é coisa para ser criada por um sobrinho que desenha muito bem, ou pelo próprio dono da empresa (Que normalmente é o único que acha sua marca imexível)...

As marcas devem ser criadas com a intenção de serem eternas. Podem ser aprimoradas mas não devem seguir a manada dos modismos passageiros. Podem até ser antigas, mas não podem ser velhas, nem se tornarem “modernosas”. O ponto de equilíbrio chama-se neoclássico.

 

É preciso respeitar a linguagem visual.

Estudos mostram que 60% da nossa memória é visual. Muitas vezes lembramos da fisionomia de uma pessoa e não lembramos o seu nome. Isso é muito comum acontecer. Assim como também são os nossos primeiros julgamentos sobre carros, lojas, pessoas, móveis, etc. São visuais.

Seus atuais e possíveis futuros clientes também fazem o mesmo com sua empresa. Percebem progressos, atualizações, auto respeito, como também percebem a falta de tudo isso e sentem um clima de decadência no ar.

Uma modernização visual é a maneira mais barata que existe para informar seu publico alvo da evolução da sua empresa, sem dizer nenhuma palavra. E melhora, também, o astral do público interno. É um fato novo que se percebe vendo.

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Dentro de alguns dias você poderá ler a matéria completa sobre marcas na sessão Comunicação na coluna da direita. E receberá uma proposta do Sr.Com que parece muito louca mas é muito séria.

 

 

 

Estamos nos preparando para profissões que ainda não existem...

...que usarão tecnologias que ainda não foram inventadas para resolver problemas que ainda nem imaginamos quais são ou serão.

 

Para entender melhor esta matéria assista com calma este vídeo:

http://www.youtube.com/watch?v=g15nQ26Y35k

Em resumo: uma preocupação para todos nós, nossos filhos e netos. Ou oportunidades. É como preparar atletas, e nos preparar, para esportes que não sabemos realmente como serão.

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Temos pensado muito sobre isso e achamos que nosso raciocínio deve estar bem perto de um bom caminho. Queiramos, ou não, o Brasil faz parte deste planeta e pelo que vimos no vídeo, a tecnologia e a carga de informações vão absorver muitas atividades dos humanos. Principalmente aquelas racionais, técnicas, rotineiras, metódicas, burocráticas, repetitivas.

Esperamos que essas maquininhas que estão por vir não sejam criativas, alegres, imaginativas, sonhadoras. O Brasil vai ter que contar com todos os esses futuros equipamentos, mas com um diferencial que outros países não possuem: nossa criatividade e a vocação para ser feliz.

Os nossos valores e talentos humanos produzirão muito mais coisas com as futuras tecnologias. Está no nosso DNA a capacidade de trabalhar, produzir e ser feliz ao mesmo tempo.

Por mais robótica que a humanidade se transforme, as pessoas continuarão necessitando comer e nós podemos ser o celeiro do mundo. E ainda mais: temos energias e recursos naturais de sobra que o resto mundo precisará. Principalmente prazer em viver e ser feliz, sem ser um bobo alegre. Fugindo das "manadas" idiotas, domesticadas e colonizadas.

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"Se você se não cuidar, os jornais farão você odiar as pessoas que estão sendo oprimidas, e amar as pessoas que estão oprimindo."

Malcolm X

 

 

 

Ainda existem empresários contra o aumento do poder aquisitivo dos brasileiros?

Brasil tem menos de 1% de domicílios na classe E

Daniel Miyagi – Matéria publicada no blog do Nassif.

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Pela primeira vez a classe E, a base da pirâmide social, representa menos de 1% dos 49 milhões de domicílios existentes no País. Isso significa que o número de brasileiros em situação de pobreza extrema teve uma drástica redução nos últimos dez anos, conforme apontam duas pesquisas de consultorias que usaram metodologias distintas.

Em números exatos: 404,9 mil ou 0,8% dos lares são hoje de classe E, segundo os cálculos do estudo IPC-Maps, feito pela IPC Marketing, consultoria especializada em avaliar o potencial de consumo. Em 1998, a classe E reunia 13% dos domicílios, indica o estudo baseado em dados do IBGE.

Marcos Pazzini, responsável pelo estudo, explica que os dados são atualizados segundo um modelo desenvolvido pela consultoria, que leva em conta a pesquisa do Ibope Mídia sobre a distribuição socioeconômica dos domicílios, projeções de crescimento da população e da economia, entre outros indicadores. Os lares são classificados segundo o Critério Brasil, da Associação Brasileira das Empresas de Pesquisa (Abep), que leva em conta a posse de bens e o nível de escolaridade do chefe da família.

O Instituto Data Popular, especializado em baixa renda, vai na mesma direção. Em 2001, a classe E era 10% da população (17,3 milhões) e, em 2011, tinha caído para 3,6% ou 7 milhões, segundo o estudo que divide a população pela renda mensal per capita - R$ 79 para a classe E.

"Não dá para dizer que acabaram os pobres, mas diminuíram muito, e a condição social deles melhorou porque tiveram acesso a vários bens de consumo, o que antes era praticamente impossível", afirma Pazzini.

Segundo o sócio diretor do Data Popular, Renato Meirelles, a tendência das pesquisas é a mesma: uma forte redução do contingente de pobres. "Em dez anos, foram 10 milhões de pessoas a menos na classe E", observa, ponderando que a divergência entre a ordem de grandeza dos resultados pode ser decorrente do fato de muitas pessoas da classe E não terem domicílio.

Por incrível que pareça, existem futuros ex-empresários que são contra o aumento do poder aquisitivo dos brasileiros!

Assim como a maior rede de televisão do pais foi contra o governo federal para que o povo continuasse comprando. Lembra-se? As lojas de varejo, grandes anunciantes, ficaram muito contentes com ela... Eu morro e não vejo tudo.

 

 

 

Empresários precisam enxergar além do seu jardim.

Assunto interessante para um pensar e um grande repensar. Apesar de usar Curitiba como referência, acredito que semelhanças acontecem em muitas outras cidades do Brasil.

Meu amigo, o falecido Célio Teixeira, dizia que a ponte Hercílio Luz transformou os ilhéu da Ilha de Santa Catarina em Manezinhos da Ilha.


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 Quando Curitiba não devia ter mais de um milhão de habitantes haviam muitas empresas grandes locais: Hermes Macedo, Prosdócimo, Moveis Cimo, Matte Leão, Todeschini, Moveis Kastrup, Pomada Zig, Penha, Demeterco (Mercadorama), Irmãos Thá, Muller Irmãos, Fábrica de Fitas Wenske, Pianos Essenfelder...


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Ou foram compradas ou ficaram na saudade. O século passado passou.

Hoje, Curitia está beirando os 4 milhões de habitantes e podemos contar: Trombini, Condor, O Boticário, Hugo Cini, Ouro Fino, Positivo...

Faltou para as lideranças empresariais locais a visão do tal “ponto futuro”? Não acreditaram que houvesse o amanhã?

Pois, fiquem sabendo, o amanhã continuará a existir e é bom pensar nisso hoje.

 

Curitiba tem 38 das cem maiores empresas brasileiras.

Das 500 maiores empresas latino-americanas, 63 estão na Grande Curitiba, totalizando um percentual de 12,6%


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Das 100 maiores empresas brasileiras, 38 estão instaladas em Curitiba ou na região metropolitana. O ranking foi divulgado pela revista América Economia, edição Brasil, de julho de 2007. As empresas brasileiras também são destaque do ranking das 500 maiores empresas da América Latina, dominando tanto em quantidade de empresas (207 de 500), como em proporção das vendas (38,6%). Das 500 maiores empresas latino-americanas, 63 estão na Grande Curitiba, totalizando um percentual de 12,6%.

Juraci Barbosa Sobrinho, presidente da Companhia de Desenvolvimento de Curitiba, empresa responsável pela política de desenvolvimento econômico do município, diz que o resultado da pesquisa mostra que Curitiba vem se destacando como um novo destino para investimentos no Brasil, fora do eixo Rio de Janeiro e São Paulo.

"Estamos recebendo um número cada vez maior de empresas nacionais e estrangeiras, o que mostra o bom momento vivido pelo município. Isso é reflexo da política de atração de novos investimentos, da infra-estrutura existente na cidade e também da qualidade da mão-de-obra formada por mais de 50 instituições de ensino superior", diz.

Juraci afirma que a infra-estrutura de Curitiba é um atrativo, principalmente para as empresas que atuam nas áreas de tecnologia da informação (TI) e telecomunicações. "Curitiba possui grandes e especializadas empresas, que oferecem serviços de alta tecnologia em armazenamento, transmissão e recepção de dados, que permitem a conexão mundial das empresas e da comunidade", diz.

Garimpado do www.bonde.com.br

 

 

Zequinha de todos os tempos.

Até você vai sentir saudades de Curitiba de um tempo mágico.

Mesmo que nunca tenha morado aqui.

Veja no link CURITIR. Ali ao lado direito.

 Vale a pena!

 

 

PSDB: ou muda ou morre.


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 Será que os políticos e os eleitores do PSDB aceitarão uma sugestão de quem está do lado de fora, mesmo estando satisfeito com atual governo do Brasil, mas torcendo para que exista uma oposição inteligente, útil, criativa, responsável, estimulante, com propostas aglutinadoras e lógicas?

Não percebo grandeza nas ações e reações do PSDB, mesmo contando com o apoio incondicional das grandes empresas de comunicação. Basta ver a “abafada” que deram sobre as denúncias com provas do livro Privataria Tucana. Usam essa grande arma para dar tiros inúteis e, muitas vezes, de efeito contrário.

Exemplo:

A jornalista Mariana Sanches da revista Época, solicitou uma visita aos Gaviões sob a alegação de estar escrevendo uma matéria a respeito do Carnaval 2012, mas ela, na verdade, queria atacar Lula, o homenageado pela escola de samba no Carnaval deste ano. A matéria publicada pela revista Época, em 21/01/12, em sua edição de nº 714, saiu com o título: "Cadê a Ala dos Mensaleiros". Isso é jornalismo ou é panfletagem partidária?

NOTA OFICIAL - Matéria Gaviões Carnaval 2012
Nós, dos Gaviões da Fiel, repudiamos o conteúdo da matéria publicada pela revista Época, em 21/01/12, em sua edição de nº 714, cujo título é "Cadê a Ala dos Mensaleiros", e fazemos questão de apresentar os fatos da forma mais clara e verdadeira possível. (De Stanley Burburinho no Blog do Nassif)

Não subestimem o povo que depois irão pedir votos.

E, mais depois, vão acusar o povo de ignorante.

Os pronunciamentos dos políticos do PSDB sempre deixam no ar uma certa dose de inveja e não de preocupações verdadeiras. Isto é, fica algo meio ou bastante mesquinho. Lamuriento. Raivoso.

Sendo curto e grosso: o crítico é um chato de galocha!

 Crítico é um impotente que tenta brochar os outros.

Quando não consegue, pelo menos, evita que tenham orgasmos.

Millôr Fernandes

Só criticar é um dos esportes mais antigos, populares, fáceis e inúteis do Brasil. É preciso mais do que esse chover no molhado. É preciso criatividade, otimismo, brilho, dinamismo, estímulos proativos.

Nestes últimos 10 anos o PSDB não apresentou nenhum plano de governo entendível e animador. Só criticas, dossiês, CPIs, denuncias etc. Sempre num tom raivoso. Ninguém é louco ou burro de querer ser governado por especialistas nestes assuntos.

Como seria bom termos uma oposição, mesmo não sendo por patriotismo, com uma postura mais confiável, com condições reais de assumir o governo do Brasil.

Conquistar votos é conquistar pessoas. Isso não se consegue com soberba, nem com conversa mole, como se todas as pessoas tivessem menos de 12 anos.

E não pode esquecer que o “ibope” de todos os partidos, seus políticos, o judiciário e a mídia, está em queda, como nunca se viu antes.

Isso é ruim ou muito bom para quem souber se posicionar do lado da maioria dos brasileiros. De verdade.

 

Curta este vídeo com a Aquarela do Brasil:

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=EDtNOxPbZt4 - !

Assista até o fim. Você vai se surpreender com esta exibição de universalidade e brasilidade. Viva o Brasil que dá certo!

Este vídeo também está e ficará disponivel no link MPB aqui ao lado.

 

 

 

Os tambores da guerra.    

Duas situações complementares têm caracterizado a cultura norte-americana ao longo dos últimos dois séculos. A primeira é a possibilidade sempre presente de resolver as diferenças à bala, um direito nacional inalienável previsto logo na segunda emenda da constituição daquele país, que garante a posse e o uso de armas de fogo a qualquer cidadão. A segunda é a política do cowboy, por meio da qual cabe ao outro sacar a pistola primeiro. Tudo o que ocorrer depois estará amplamente justificado e creditado na conta do agressor inicial.

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A guerra pela suposta implantação de uma democracia na Líbia terminou de forma pavorosa com o bárbaro assassinato do não menos bárbaro Muamar Kaddafi.

Nesse curto período histórico, os exemplos não faltam. Os índios foram trucidados e confinados em reservas porque atacavam os colonos brancos. Na guerra hispano-americana, tornou-se célebre o caso do proprietário de jornais William Hearst, que forjou alguns factóides, distorceu acontecimentos e exagerou na descrição de outros, imputando aos espanhóis pavorosos arbítrios contra o povo cubano e também a misteriosa explosão do navio de guerra USS Maine no porto de Havana, eventos que não deixaram alternativa ao governo dos Estados Unidos senão intervir na ilha caribenha para libertá-la.Hearst seria o autor da infame frase endereçada a um de seus repórteres: “Você me fornece as imagens e eu fornecerei a guerra”.

Nas duas grandes guerras mundiais, novamente o ônus da ultrajante agressão gratuita caberia sequencialmente a alemães e japoneses, enquanto no Vietnã, o obscuro torpedeamento do USS Maddox, em 1964, pelos norte-vietnamitas no Golfo de Tonkin serviria para que, em linguagem bíblica, a América rasgasse suas vestes, despejando naquele país do sudeste asiático milhares de homens, toneladas de bombas e bilhões de dólares por mais de uma década.

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Em todos esses casos é interessante observar que Hearst fez escola e, portanto, nunca esteve sozinho na prática de trombetear as ações ultrajantes dos “inimigos da liberdade”.  Não estão em questão aqui a truculência de um império colonial decadente ou as pretensões expansionistas de regimes totalitários, e sim as ações do dândi, que veste sua melhor roupa de domingo e vai passear no valhacouto dos bandidos e, uma vez agredido, ganha a simpatia dos jornais da cidade, que exigem das autoridades locais medidas enérgicas contra os celerados.

O porta-aviões USS John C. Stennis, ao cruzar o estreito de Ormuz, no Golfo Pérsico, no penúltimo dia de 2011, evocou mais uma vez essa figura. Em um misto de demonstração de força e provocação, o navio norte-americano passou sob o nariz dos aiatolás, em pleno exercício militar naval iraniano, e fez o mundo inteiro prender a respiração por um momento.

Mas a escalada que leva aos conflitos, como bem ensina a leitura atenta da história contemporânea, se dá antes de tudo na mídia, que, ao escamotear, distorcer, exagerar ou deliberadamente ignorar versões, contribui de forma decisiva para sancionar a violência coletiva chamada guerra, cuja primeira vítima, como ensina a sabedoria jornalística, é a verdade.

Da CartaCapital

Por Márcio Sampaio de Castro

 

 

Ser de esquerda ou ser de direita?

Que tal ser para frente e para cima?

A democracia, cá entre nós, não é uma grande solução, mas ainda não inventaram coisa melhor. Só oferece duas opções básicas: esquerda e direita. Como se fôssemos caranguejos!

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Duas opções seculares que parecem não respeitar as imensas transformações tecnológicas e culturais que o planeta viveu recentemente, vive e viverá, mudando cada vez mais rapidamente.

É claro que estas duas opções possuem características boas e ruins. A direita com sua predominância capitalista e a esquerda com suas preocupações sociais.

Ambas disputam o governo de cidades, estados e países através do voto dos seus cidadãos. Os candidatos aos cargos são indicados por partidos que não possuem nenhum critério de avaliação para escolhe-los. Aqui no Brasil, isso ocorre com todos os partidos. Isso acontece com o seu partido favorito e com os outros que você não vai com a cara.

Todos depois apontam o dedão pra os eleitores e afirmam com a soberba e a ignorância (que é muito comum a eles): Todo povo tem o governo que merece. Como se não fossem eles que escolhem os candidatos... Nós apenas tentamos descobrir e votar nos menos piores. Que depois farão o possível para evitar a evolução do eleitorado.

 

Todo governo fabrica o povo que lhe interessa.

Platão, filosofo grego que viveu uns 340 anos antes de Cristo, afirmou que a democracia corria o risco de se transformar num grande concurso de simpatia... Aqui no Brasil ainda dependemos de adivinhação e muita sorte.

Somos bombardeados dia e noite por uma mídia desonesta porque finge que é imparcial mas luta apenas por interesses empresariais próprios e de seus anunciantes. Interesses que não são nada bons para a grande maioria dos brasileiros.

 

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Joga em cima da população diariamente, alem de pessimismo e mediocridade, os seus candidatos que irão defender seus interesses empresariais.

Sem esquecer que também faz campanhas para destruir reputações e mandatos de políticos contrários.

Alem dos partidos/políticos e da mídia, ainda temos um judiciário que seria uma gracinha que, se fosse apenas inútil poderia ser suportado, mas é altamente prejudicial para a grande maioria (e maravilhosa para os endinheirados).

Que tal ser para frente e para cima?

Que tal começarmos a dar para esses nossos três inimigos o respeito que eles têm por nós? Com juros e correção monetária. Comece a pensar como poderemos nos livrar desses carrapatos.

 

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Você sabe o que significa

ANALFABETO FUNCIONAL?

Não? Então é com você mesmo que precisamos conversar.

 

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Leia e releia. Com calma e dedicação. Um futuro melhor para você pode estar começando agora.

Analfabeto funcional é a denominação dada à pessoa que, mesmo com a capacidade de identificar as letras, geralmente frases, sentenças, textos curtos e os números, não desenvolve a habilidade de interpretação de textos.

Analfabetismo funcional é um problema muito comum, mas pouco falado. Ele atrapalha muito a vida profissional de muitas pessoas. A pessoa que sofre com esse problema tem dificuldade na compreensão de frases e interpretação de textos, ela lê e simplesmente não entende. Existem dois níveis de analfabetismo funcional:

Nível 1, também conhecido como alfabetização rudimentar, concebe aqueles que apenas conseguem ler e compreender títulos de textos e frases curtas; e apesar de saber contar, têm dificuldades com a compreensão de números grandes e em fazer as operações aritméticas básicas.

Nível 2, também conhecido como alfabetização básica, concebe aqueles que conseguem ler textos curtos, mas só conseguem extrair informações esparsas no texto e não conseguem tirar uma conclusão a respeito do mesmo; e também conseguem entender números grandes, conseguem realizar as operações aritméticas básicas, entretanto sentem dificuldades quando é exigida uma maior quantidade de cálculos, ou em operações matemáticas mais complexas.

Engana-se quem pensa que esse problema atinge apenas pessoas com pouca escolaridade. Muitas pessoas com bons cargos, estudantes e até mesmo pessoas graduadas, também podem ser analfabetos funcionais.

Segundo uma pesquisa do IBOPE feita em 2005. 68%  da população brasileira sofre com esse problema.

Escrito por Viviane Santos - Estudante de Administração que, tudo indica, será uma grande profissinal.

Mas a boa notícia é que esse problema tem cura, basta um pouco de dedicação e muita leitura. Existem excelentes cursos de português que podem reverter essa situação.

 

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Quanto menos analfabetos funcionais houverem,

mais leitores nosso blog terá.

 

 

 
 

Quem do PSDB seria o melhor candidato para concorrer na próxima eleição para a presidência?
 
Curitiba é a capital e maior cidade do sul do Brasil.

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