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Água mole em pedra dura...  Para ler, reler, pensar e repensar: A democracia ocidental foi se formando através da incorporação gradativa - e com muita luta - dos vários segmentos sociais. Desde a Revolução Industrial, houve a luta dos sindicatos, as campanhas contra a exploração de crianças, das mulheres pelo direito ao voto, dos negros, a partir de um certo nível social e de organização política. Um dos fenômenos mais ricos do atual momento é a incorporação ao jogo político das grandes massas desorganizadas, especialmente dos pobres e miseráveis dos países emergentes ou francamente atrasados. É o caso dos movimentos sociais no Brasil, que passaram a crescer nos anos 90 até adquirir expressão política. É também o caso dos governos de esquerda do continente. Mesmo com suas cabeçadas (que são muitas) comprovam a incapacidade da política tradicional do continente de resolver a questão da pobreza e da inclusão social. Há uma grande oportunidade e um grande risco nesse movimento. A oportunidade é o fato de ser a última e decisiva rodada de uma inclusão social e política civilizatória. É a rodada final de uma luta de século pelos direitos sociais, permitindo à economia mundial o grande salto, com a incorporação de bilhões de pessoas ao mercado de consumo e de trabalho. O risco é a transição, a fase inevitável de conflitos em que os de cima impõem resistências, para não abrir mão de fatias de poder; e os de baixo saem abrindo caminho a tapa. É aí que entra o Estadista, o governante com visão e habilidade para entender as pressões e incorporar esse movimento ao jogo democrático, impedindo a desagregação do país. A grande frente contra a ditadura ocultou a enorme dose de preconceito e de miopia existente em parte influente dessa elite - a que tem na grande mídia seu porta-voz por excelência. As invectivas contra a Bolsa Família, contra os gastos sociais, a tentativa permanente de criminalização de todo movimento social, o preconceito contra toda forma de conhecimento não formal, a ascensão dessa direita inculta, truculenta e preconceituosa - reforçando os preconceitos da parte inculta e truculenta da esquerda - torna esse caminho difícil. Lula tem desempenhado papel relevante, de ser o guardião da normalidade política do continente em uma transição especialmente delicada - tanto nos movimentos sociais brasileiros, como para tourear e ensinar os vizinhos aguerridos. Esse trabalho foi reconhecido, recentemente, pelo presidente francês Nicola Sarkozis. E tem tido reconhecimento internacional. Dia desses, a colunista Eliana Cantanhede escreveu que, numa roda, jornalistas brasileiros falavam mal e estrangeiros se maravilhavam com Lula. Concluía que era a prova de que, apesar dos analistas brasileiros na mídia criticarem Lula, o noticiário era isento e permitia aos estrangeiros ter outra idéia. Até parece. O que explica melhor as diferenças talvez seja a maior cultura política dos jornalistas estrangeiros, sua não contaminação ideológica e seu discernimento para separar o irrelevante do essencial. A questão básica é entender o que será Brasil e América Latina no pós-Lula. Texto de Luis Nassif http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/ |
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Prá tonga da mironga do kabuletê
Não sei se nascer judeu é uma sorte ou um azar. Não sei mesmo e vou tentar explicar o porquê da minha dúvida. O judeu já nasce com o dom (ou o DNA?) de conquistar o poder (político, empresarial, comercial, financeiro e, uma das mais importantes armas dos tempos atuais, os veículos de comunicação). Com todas essas vantagens, nunca conheci um judeu feliz. Os judeus são uma raça, ou uma religião, ou uma confraria, com mais de 5 mil anos. Parece que nunca tiveram um país e, acho que foi por isso, que o Deus deles prometeu as terras tão desejadas. Não deu certo mais uma vez. Espalharam-se pelo mundo e ficaram muito ricos em todos os lugares. Mas continuaram sonhando com Israel, a terra prometida para o povo escolhido de Deus. A localização dessa dita terra não poderia ser em lugar pior: rodeada de árabes e sem petróleo. O sonho parece mais um pesadelo. Tanto para os judeus, como para os antigos donos do terreno e seus vizinhos. Assisti um documentário sobre um ritual lá em Israel onde uns 200 jovens em pé numa pequena arquibancada, sob o comando de um rabino, cantavam uma espécie de mantra, iam ficando cada vez mais eufóricos até ficarem em transe. Riam, mas com uma alegria muito raivosa, vingativa, fanática, triste, muito triste. Deu pena.
Essa cena parecia muito os carnavais do Brasil onde vemos pessoas exibindo uma alegria meio desesperada. Mais para mostrar para os outros como são felizes. Os judeus do mundo inteiro deveriam ser alegres de verdade e irem para Israel cantando “Prá tonga da mironga do kabuletê”. Comentar |
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Se o Brasil aceitasse as opiniões da mídia... ... Já teria vendido a Petrobrás. ... Estaria em guerra contra a Venezuela, o Paraguai, o Equador, o Iran, a Argentina. ... O Daniel Dantas seria canonizado e o delegado iria prá cadeia. ... A aprovação do Bush seria maior do que a do Lula. No mundo. ... O Galvão Bueno não seria conhecido apenas como o maior “seca pimenteira” do Brasil. ... O governo José Serra, de São Paulo, seria uma ilha de grandes realizações e sem problemas (de corrupção, de trânsito, de enchentes, de crateras, de violência etc.) ... Não seria necessário eleições para eleger o José Serra para a presidência. ... O Brasil não teria conseguido nenhum emprego nos último 6 anos, só desemprego. ... A boa música brasileira já estaria morta e enterrada. ... O populismo seria considerado uma praga, pois tem a maioria dos votos. Bom mesmo é o elitismo... Pessoal de diploma na mão que não rouba, não faz corrupção, nem sonegações. ... Só deveria existir o time do São Paulo e apenas os juízes que sempre “erram” a favor do tricolor. ... Concordaríamos que os bandidos de colarinho branco merecem tratamentos e foros especiais. Apesar dos seus diplomas eles não sabem que é errado roubar de nós. Tadinhos, foram criados com muitos mimos. ... Nós não mandaríamos o Bonner e a Fátima para a tonga da mironga do caburetê, quando eles encerram o Jornal Nacional (o banho diário de más notícias) com um sarcástico “Boa noite”. ... Nós pensaríamos que o culpado pela crise mundial foi o Lula e que o Brasil é o maior prejudicado. A "maladragem" carioca seria exemplo para o Brasil que dá certo. ... Acreditaríamos que fazer oposição é sabotar o governo. Comentar |
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Os Doutores do Pessimismo MARCELO COELHO Será chamado de ingênuo aquele que quiser algo melhor do que o mundo em que vive. NÃO É PRECISO ser um grande gênio para constatar que vivemos num mundo bárbaro. Que o ser humano é capaz das maiores atrocidades. Que a vida é feita de competição, inveja, egoísmo e crueldade. Ninguém precisa ter vivido num campo de prisioneiros na Sibéria nem ter sido moleque de rua no Capão Redondo para saber disso. Mas virou moda entre muitos intelectuais e jornalistas anunciar uma espécie de “visão trágica” do mundo, como se se tratasse da mais surpreendente novidade. Com certeza, há nisso uma reação saudável contra o excesso de otimismo. Durante o século 20, grande parte da esquerda não quis ver as barbaridades cometidas por Stálin e Mao porque, em última instância, “tudo iria dar certo”. Belas esperanças tornaram-se pretexto para atos de horror. Nada mais correto do que denunciar o horror. O que me parece estranho é que, mais do que denunciar o horror, esses pensadores trágicos e jornalistas sombrios gostam de destruir as esperanças. O reconhecimento do Mal, a crítica à violência da esquerda, a percepção de que ninguém é “bonzinho” e de que a realidade é uma coisa dura e feia vão se transformando em algo próximo do fascínio. E, com diferentes níveis de elaboração e de cortesia pessoal, esses autores tendem a fazer do fascínio uma estratégia de choque. Quanto mais chocarem o pensamento corrente (que considera ruim bombardear crianças e bom defender a Amazônia, por exemplo) mais ganharão em originalidade, leitura e cartas de protesto. Parece existir uma competição nas páginas dos jornais e na internet para ver quem conseguirá ser o mais “durão”, o mais “realista”, o mais desencantado. Há diferenças notáveis de atitude e de opinião entre pessoas como Luiz Felipe Pondé, João Pereira Coutinho, Demétrio Magnolli ou Reinaldo Azevedo. Mas é um time e tanto, e minha experiência pessoal com a violência do ser humano, adquirida nos pátios de recreio do ginásio, é suficiente para não querer polemizar com alguns deles. Não vou, portanto, individualizar as minhas críticas. Mas, de modo geral, os “durões” do mundo opinativo parecem correr um mesmo risco. A crítica às utopias do século 20 faz sentido, com certeza, mas termina funcionando para justificar muitos erros e abusos do presente - desde que sejam suficientemente “não-utópicos”. Será chamado de ingênuo ou nostálgico todo aquele que quiser algo melhor do que o mundo em que se vive. Nem todos os “durões” de que falo abdicam desse “melhorismo”. Mas ai de quem tiver ideias um pouquinho mais à esquerda do que as deles - o que não é difícil. Às vezes, a crítica ao stalinismo se compraz em tornar stalinista quem se afaste um milímetro das opiniões de quem a professa. Outras vezes, a crítica às velhas utopias tende a se transformar numa glorificação da realidade. Curiosamente, então, aquilo que deveria ser ponto de partida se torna ponto de chegada. O mundo é horrível e a realidade é cruel. É um ingênuo quem quiser mudar essa situação. O horror e a crueldade fazem parte da paisagem. Melhor assim, quem sabe: nós, pelo menos, tiramos disso a satisfação de não sermos ingênuos. Você está esperançoso com a vitória de Obama? Ouço um risinho: que otário. Mas fico feliz de nunca ter sido otário a respeito de Bush. Você se choca com as crianças mortas em Gaza? Ouço um risinho: os militares israelenses entendem mais do problema que você. Você quer que se preservem as reservas indígenas da Amazônia? Mais um risinho: os militares brasileiros entendem mais do problema que você, que pensa ser bonzinho mas é tão malvado como todos nós. Pois o ser humano é mau, desgraçado e infeliz, desde que foi expulso do Paraíso. Você não sabe disso? O que sei é algumas pessoas foram expulsas do Paraíso para morar numa mansão em Beverly Hills, e outras para morar em Darfur. Todo o poder aos poderosos, toda realidade aos realistas, e todas as bombas para quem ficar no meio do caminho. Eis o resumo da atitude dos “durões”. Mas quem precisa de articulistas num mundo desses? Os militares dão conta do recado. Comentar |
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Sua empresa têm um encontro marcado com você!  Na verdade, sua empresa tem alguns encontros marcados com você para daqui um, cinco, dez, vinte anos, ou mais. Ou é você que tem esses encontros com ela? Tomara que vocês se encontrem e fiquem felizes. Mas, para você não se decepcionar, é preciso juntar a esse sonho uma série de cuidados bem realistas. Como você a imagina? Será ela moderna, dinâmica, contagiante, vitoriosa? Estará em sintonia com as futuras exigências? Ou ficará apenas mais velha? Um lembrete: o mundo capitalista não perdoa os mais velhos... Também seria bom se perguntar de vez enquando como você estará lá. Tomara que encontre o você que deseja. Mas também precisará se ajudar. Muito do que você será depende do que você fizer por sua empresa. Agora. É compadre, para que você tenha uma velhice tranqüila e confortável, terá que preparar bem o futuro de sua empresa. Porque dirigir uma empresa sem visão de futuro é como dirigir um navio sem destino. Como se o único objetivo fosse mantê-lo flutuando. Até quando? Meu avô (o velho Mathias Otto) deixou-me um livro ocultista que ensinava a prever o futuro. Em resumo esse livro dizia: se no passado aconteceu o um, depois o dois e em seguida o três, o próximo passo será o quatro! Confesso que fiquei bastante decepcionado com as lições. Eu esperava uma bola de cristal ou o Santo Gral. Com o passar do tempo eu fui liberando a minha intuição para tomadas de decisão. Quebrei mais a cara quando decidia unicamente através da lógica e da razão. Todos nós temos o instinto da previsão. Por exemplo: antes de sair de casa você olha pela janela para decidir qual roupa usar. Antes de atravessar a rua, você verifica se não vem nenhum carro. E, desde criança, você ouve a frase “pelo andar da carruagem”. Ela é uma maneira popular de dizer que depois do um vem o dois... No fundo, no fundo, você sabe o que é preciso ser feito hoje para chegar amanhã como gostaria. O difícil é obedecermos nós mesmos. É mais fácil, no futuro, achar explicações e culpados, como se isso resolvesse. Comentar |
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 Eu não falei? Não faz tempo que eu estou avisando? Viu como eu tinha razão? Fico imaginando a alegria no poleiro dos urubus com o noticiário dos jornais de domingo, mostrando com fatos e números que a crise chegou, finalmente, causando estragos por aqui: em dezembro, os trabalhadores da indústria paulista perderam entre 100 mil e 120 mil vagas com carteira assinada, segundo a pesquisa de nível de emprego da Fiesp. Lembrei-me da figura de um velho sitiante em Porangaba, profeta de mau agouro, anunciando as desgraças enquanto pitava um cigarro de palha no alpendre da sua casa. Vai cair um toró de derrubar galpão! Olha a nuvem preta chegando! Vai dar enchente, recolhe os animais! Ou então, se o céu estava limpo: Este ano vai dar uma seca brava! É melhor nem fazer lavoura! Vai queimar todo o pasto! Bem, como ele sempre anunciava as mesmas coisas, de vez em quando acertava. Ou caia um temporal ou a estiagem se prolongava no inverno. E ele não perdoava: Eu não avisei? É mais ou menos o que acontece quando surge uma crise no horizonte. O ritual segue sempre o mesmo roteiro. Primeiro o noticiário é dominado por previsões sombrias, antecipando e maximizando problemas que podem acontecer. Depois, líderes empresariais correm ao governo para pedir dinheiro barato e redução de taxas e impostos, enquanto propõem redução de salários aos trabalhadores, com suspensão temporária de direitos. Não foi diferente desta vez. Claro que não se trata de singela marolinha como o presidente Lula gracejou diante dos primeiros sinais de uma grave crise economica derretendo os mercados, que teve epicentro nos Estados Unidos e se espalhou pelo mundo. Mas também não chegou por aqui ainda o tsunami que abalou a economia dos países mais ricos, quebrando bancos e empresas. De acordo com estudo feito pela OCDE em 35 países, o Brasil ainda é o país que melhor tem resistido à crise e onde os efeitos foram menos graves. O governo tomou uma série de medidas para desonerar a produção e hoje mesmo tem encontro marcado com as centrais sindicais para defender o mais importante: os empregos. Enquanto em outros países mais desenvolvidos discute-se o tamanho da recessão, por aqui ninguém fala em crescimento negativo, mas qual deve ser a taxa de crescimento em 2009, variando entre 2 e 4% _ bem abaixo do PIB registrado nos últimos anos, mas ainda assim positivo. Não cabe ao presidente da República alarmar a população além da conta nem vender ilusões baratas, mas não se pode esperar do governo outra atitude a não ser se empenhar o tempo todo para manter a roda girando e cumprir a sua parte _ única forma de se contrapor à urubuzada formada por analistas, colunistas e líderes empresariais, que ficam no alpendre das casas grandes só anunciando desgraças, que acabam se auto-realizando. Só num ponto, governo e oposição, empresários e trabalhadores, urubus e gaivotas, estão todos de acordo: já passou da hora do Banco Central promover uma vigorosa queda dos juros, pois a inflação está em queda e a cada dia surgem novos sinais de desaceleração em diferentes setores da economia. Não pode passar desta quarta-feira. Neste dia o Copom se reune pela primeira vez, desde 1996, quando foi criado, para definir a taxa de juros sob forte pressão pela queda no nível de emprego com a inflação em declínio. O vice-presidente, meu valente amigo José Alencar, que vem pregando no deserto ao pedir a redução da taxa de juros desde o início do governo, e sempre trabalhou muito para tudo dar certo, ao contrário da urubuzada, desta vez provavelmente poderá sentar no alpendre de uma das suas fazendas e comemorar: Eu não avisei? Tinha que baixar os juros… Em tempo: acabei de ler agora na manchete do iG que, em todo o país, o número de empregos perdidos em dezembro foi de exatos 654.946 postos de trabalho com carteira assinada. Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho (Caged) este é o pior resultado da série histórica que começou em 1999. Apesar do resultado negativo nos últimos dois meses do ano, o saldo foi positivo em 2008, com a criação de 1.452.204 vagas. De 2003 a 2008, foram criados 7.790.972 novos empegos com carteira assinada.  Matéria garimpada no blog do Ricardo Kotscho: http://colunistas.ig.com.br/ricardokotscho/ Comentar |
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Marketing&pescaria  Para praticar Marketing e pescaria, você precisa gostar dessas atividades, e saber lidar com as ferramentas certas, na hora certa e no lugar certo. Se você vai pescar lambari, por exemplo, é evidente que usará anzóis e iscas especiais para isso. Também deverá procurar lugares e momentos onde os lambaris estarão. Se você quer peixes maiores, de rio ou de mar, a brincadeira ficará mais complicada. Exigirá equipamentos e conhecimentos mais sofisticados. Certo? Você deve estar pensando: Não tinha um exemplozinho menos sem vergonha do que este? Você está coberto de razão, mas, tente superar essa aversão pelas coisas simples e me responda: como estão indo suas pescarias de clientes? Tem cevado bem o pesqueiro? Tem usado ferramentas adequadas da maneira certa? Não está praticando pescas predatórias? Ou só joga a tarrafa e “seja o que Deus quiser”? Mas, pode acontecer, de você não gostar e/ou não ter talento para pescar ou assumir a boléia do caminhão de marketing. Aí, caro amigo, você terá que contratar alguém que goste e saiba. O perigo é que todo mundo se sente altamente capacitado para exercer essa função. Talvez você esteja cometendo esse erro. É fácil descobrir se isso está acontecendo, basta analisar os resultados de sua empresa* e compará-los com os da concorrência. * Pode ser clínica, cooperativa, sindicato, escola, prefeitura, clube, consultório etc. Comentar |
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