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Questão de foco. O sujeito vai ao psiquiatra: - Doutor - diz ele - estou com um problema: Toda vez que estou na cama, acho que tem alguém embaixo. Aí eu vou embaixo da cama e acho que tem alguém em cima. Pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima. Estou ficando maluco! - Deixe-me tratar de você durante dois anos, diz o psiquiatra. Venha três vezes por semana, e eu curo este problema. - E quanto o senhor cobra? - pergunta o paciente. - R$ 120,00 por sessão - responde o psiquiatra. - Bem, eu vou pensar - conclui o sujeito. Passados seis meses, eles se encontram na rua. - Por que você não me procurou mais? Pergunta o psiquiatra. - A 120 paus a consulta, três vezes por semana, durante dois anos, ia ficar caro demais, ai um sujeito num bar me curou por 10 reais. - Ah é? Como? Pergunta o psiquiatra. O sujeito responde: - Por R$ 10,00 ele cortou os pés da cama... Muitas vezes o problema é sério, mas a solução pode ser muito simples! Você nasce sem pedir e morre sem querer. Aproveite o intervalo! Enviada pelo Gileno, de Mossoró para o mundo. |
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Areia movediça. Se eu fosse o senhor, caro presidente, eu reuniria toda a nação através de rede na TV e diria toda a verdade. Toda mesmo! Tudo que vem acontecendo nas últimas duas décadas, com fatos, nomes e sobrenomes. Mesmo que muitos erros ocorreram por sua culpa ou omissão. Faria uma explanação completa das causas e conseqüências que estão acontecendo e que irão acontecer se não agirmos com grandeza e vergonha na cara. Agora.  Do jeito que a coisa está indo, pisando em ovos sobre areia movediça, o preço será injusto, irresponsável e perverso. Para quem não tem culpa pagar. A elite parasita irá espernear? A grande mídia irá se apavorar ainda mais? Os políticos corruptos irão tremer? Os grandes chefes de quadrilha irão dar no pé? Os juízes deixarão de olhar no espelho? Que sifu, caro presidente. Se tudo fosse dito com clareza, com provas (que o senhor tem) no dia seguinte toda a nação começaria um novo Brasil. E o senhor ainda tem cacife para acionar esse botão. A elite parasita terá que se tornar produtiva ou morrerá. A grande mídia suspirará de alívio e voltará a fazer jornalismo honesto e de qualidade. Os políticos corruptos não serão mais eleitos e serão julgados. Os grandes chefes de quadrilha serão caçados, julgados e, se condenados, irão para cadeias comuns. Nada de foros e privilégios. E os juízes voltarão a ser pessoas respeitáveis e darão total prioridade a esses crimes e criminosos acusados. Para serem julgados com a máxima urgência. Poderá acontecer injustiças? Com certeza. Mas em número infinitamente menor do que os 200.000.000 de injustiçados que trabalham, produzem e, se essa limpeza não for feita, terão que pagar a conta. Comentar |
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Hospital psiquiátrico – O teste da banheira Durante a visita a um hospital psiquiátrico, um dos visitantes perguntou ao diretor: - Qual é o critério pelo qual vocês decidem quem precisa ser hospitalizado aqui? Respondeu o diretor: - Nós enchemos uma banheira com água e oferecemos ao doente uma colher, um copo e um balde e pedimos que a esvazie. De acordo com a forma que ele decida realizar a missão, nós decidimos se o hospitalizamos ou não. - Entendi - disse o visitante - uma pessoa normal usaria o balde, que é maior que o copo e a colher. - Não - respondeu o diretor - uma pessoa normal tiraria a tampa do ralo. O que o senhor prefere? Quarto particular ou enfermaria? Dedicado a todos que escolheram o balde. A vida tem muito mais opções... E muitas das vezes são tão óbvias como o ralo, só falta enxergarmos.. Colaboração de Márcio de Lima |
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Enfim, idéias para um Brasil melhor para todos! Já que a oposição e sua mídia só sabem criticar e nunca sugerir planos, soluções, propostas, vamos colaborar com algumas idéias. Como melhorar o ensino público: os filhos de políticos ficam proibidos de estudarem em escolas particulares. Não poderão ter professores particulares, fazer cursinhos nem se matricularem em universidades particulares. Como melhorar a saúde pública: Fica proibido os políticos se filiarem a planos de saúde particulares. Terão os mesmos direitos, confortos e regalias que todos os demais brasileiros. Nada de irem para aqueles hospitais badalados e referências nacionais. Como melhorar o sistema penitenciário do Brasil: Nada de privilégios, foros e selas especiais. Todos os políticos e demais autoridades públicas deverão ser presos, algemados, julgados e se condenados, irem para a prisão como qualquer bandido pobre. Em selas comuns, junto com estupradores, assassinos, psicopatas, traficantes etc. Como melhorar nossas escolas, hospitais, sistemas de saúde, estradas, portos etc.: As fortunas construídas por políticos e autoridades públicas (não devem ser muito grandes pois o salário deles não dá para fazer fortunas honestamente), deverão deixar 10% para os seus herdeiros e o restante ser vendido para financiar todos os serviços públicos acima. Você não acha que as coisas iriam melhorar? Aceitamos mais sugestões. O político que for contra essas idéias, sei não, deve ter seus motivos, né? Comentar |
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Alfinetadas para esvaziar o pneu do Brasil  “Aquilo a que chamamos o nosso desespero é freqüentemente a dolorosa avidez de uma esperança insatisfeita.” (George Eliot) Se não dá para destruir o Lula, o jeito é destruir o Brasil, parece ser essa a opção da oposição e da sua mídia. É uma opção desesperada e, naturalmente, burra. Burra porque precisam acreditar nas mentiras e trapalhadas que publicam pensando que os 200 milhões de brasileiros vão acreditar também.  Por enquanto, não apresentam nenhuma proposta, nenhuma idéia, nenhum plano para o bem de todos os brasileiros. Comentar |
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Sem terras x Sem vergonhas Bernard Maddof deu um golpe de US$ 65 bilhões no mundo. Menos de um ano depois de descoberto está preso. Enquanto tais fatos ocorriam nos Estados Unidos, no Brasil, Daniel Dantas, preso depois de um flagrante de tentativa de suborno, foi libertado duas vezes pelo presidente do Supremo Tribunal Federal. O uso de algemas na sua prisão indignou Gilmar Mendes; a gravação do suborno, não. A mídia grande procura ocultar o Daniel Dantas. Prefere procurar culpas em quem o prendeu. Essa mídia representa, e sempre representou, os interesses da elite parasita, dos que querem dinheiro, muito dinheiro, sem trabalhar, sem produzir. Deveria ter a mesma preocupação e indignação com esses parasitas como tem com os sem-terra, os sem-teto, os sem-comida, os sem-escola, os sem-oportunidades. As grandes vítimas, as conseqüências, dos roubos dos sem-vergonhas.
Agora vai recomeçar o teatrinho, que chamam de CPI do grampo. O grampo que nunca ninguém viu. Uma espécie de assassinato sem cadáver, porque é preciso, desesperadamente, desviar o assunto do motivo principal: os crimes de Daniel Dantas. Você vai poder curtir e dar boas gargalhadas com a cara de pau do Itagiba e dos demais lacaios do Dantas. |
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A Veja é boi de piranha? A única idéia que a oposição e seus veículos de comunicação têm e apresenta, até o momento, para reconquistarem o poder, é destruir o Lula, nem que para isso seja preciso destruir o Brasil. E, parece que o único caminho que encontraram é o seguinte: A Veja, agindo de maneira nada explícita ou convencional, tem acesso a documentos, ou gravações, ou fotos de pilhas de dinheiro que não provam nada, solta uma matéria do tipo: Fulano seria autor de suposto grampo... (Essa frase poderia ser: Fulano não seria o autor do suposto grampo, que continuaria não afirmando nada). Em seguida, a Folha, o Estadão e o Globo soltam a manchete: Segundo a revista Veja, Fulano grampeou... Daí aparece a Fátima Bernardes, com cara e voz de quem está a beira de um ataque histérico: Foi criada a CPI dos grampos! Não tinha sido criada, mas é uma das idéias fixas da oposição (nunca funcionou. mas insiste, insiste, insiste...) Você e mais 190 milhões de brasileiros conhecem muito bem esse roteiro de novela da Globo. É uma trilha que está destruindo o pouco que resta da reputação desses veículos. Procuro me colocar no lugar dos dirigentes desses jornais, revistas, TVs e rádios. Mesmo que eu morresse de antipatia pelo Lula, por uma questão empresarial e por respeito a minha profissão, eu não faria a mesma aposta que eles estão fazendo. Talvez, no início, parecesse ser fácil e rápido derrubar um "ignorante" como o Lula, mas o tempo foi passando, ele foi crescendo, sua popularidade também e, quando viram, estavam no mato sem cachorro. Que fazer agora? Toda a credibilidade dos maiores veículos de comunicação do Brasil, só atinge, hoje, uns 10% da população. Pedir desculpas? De jeito nenhum! Já jogamos no lixo a parte mais valiosa do nosso negócio... agora que se dane! Vamos morrer infernizando a vida do Lula! Ou, talvez, que o plano para a última hora, seja apontarem o dedão para a Veja: Nós pensávamos que a Veja era uma revista séria, acreditávamos nela, parecia ser responsável, que não praticaria calúnias, mentiras, chantagens etc. etc. etc.
Como eles mesmos se explicam quando erram, eu também não estou mentindo, estou apenas testando hipóteses... Comentar |
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