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Foi um grande espetáculo! Pra quem passou boa parte da infância em Belém do Pará, em Recife, Palmas, São Paulo, a puberdade em Tibagi e Castro, e a juventude em Curitiba, Apucarana e Londrina, para quem visitou Portugal, Espanha, França, Bélgica, Holanda, Alemanha, Argentina, Chile e Paraguai (três oportunidades de ir aos Estados Unidos e não fui por ojeriza). Já morou em Porto Alegre, Camboriú e Caiobá, a vida foi um grande espetáculo.
Para quem foi sócio da P.A.Z. agência com matriz em Curitiba e filiais em Porto Alegre e Blumenau. Premiada nacional e internacionalmente diversas vezes. A vida foi um grande espetáculo! Para quem conviveu com Paulo Leminski, Poty, Miran, Retamozzo, Paulo Vitola, Eduardo Martins, Caubi Silveira, Nilson Muller, Kioko, Sergio Mercer, Frank de Holanda, Nilson, Hamilton, Jamur, Pedro Sartorelli, Hiram de Souza, Flavio Veiga, Rogério, Baggio, Ingrid, Ricardo Amaral, Professor Miranda, Solda, Kalkbrenner, Wagner, Guaraci, Carlito, Guivan e Guima, Chiquinho e Prof. Iris, Marco A. Piazetta, Irgang, Julio Maito, W.Perini, Cau Hering, meu Clube Atlético Ferroviário, Luiz Fernando Osti, Luiz Ramos, Gino Zandoná, Renato Ribas, Otílio Mônaco, Ivon Oliveira, Faruk El Katib, Dorival Viana, Oriovisto, Massaharo, Claudio Rodrigues, Paulo e Hebe Nogara, Milton e Tere, Dr.Eduardo, Walter Sprenger, Célio Teixeira, Dacio Leonel, Ciro Cesar, Rubens Brustolin, Píer, Felipe Engler, Aramis Milarch, Magdal, Guilherme e Mauricio Moritz, Borjão, Phyl Young, Leda e Akira, Frtz Basfeld, Paulo Hilário, Napoleão Miranda, Cesário Pereira, Renato Mazanek, Renato Ribas, Egon, (Devo estar cometendo enormes injustiças, mas irei completando. A justiça farda nas não talha). A vida foi um grande espetáculo! Minha família, meus grandes companheiros de viagem: meus pais, meu filho, meus netos (Giorgio e Gabriel), minha mulher, minha cunhada, minha irmã, minha nora, meus cunhados Zito e Carmem, Tia Lica, Tia Conceição e Tio Tadeu. A vida foi um grande espetáculo! Para quem comandou uma agencia de publicidade (P.A.Z.) conquistando e atendendo clientes com Moveis Cimo, Kastrup, Habitasul, Supermercados Real, Hermes Macedo, Badep, Massas Izabela, RBS, Positivo, Nutron, Café Cacique, Café Damasco, Café Alvorada, Colorama, Todeschini, IBC, Campanha do ICM (Zequinha), Circulo dos Profissionais de Vendas, Imobiliária 2000, Tigre, Malas IKA, Penha, Volta Grande, Berman, Expoente, Galvão, concebeu o Paraná Clube. A vida foi um grande espetáculo! Para quem já criou mais de 200 (logos, programações visuais, embalagens). A vida foi um grande espetáculo! É meus amigos, não fiz da vida uma proposta de lucros e perdas e não perdi. Para quem brincou tanto na vida como eu, quando a cortina do teatro do tempo fechar, eu posso dizer sorrindo que a vida foi um grande espetáculo! O poder da comunicação visual Você vai perceber, lendo essa matéria, que vou utilizar uma linguagem de conversação, sem termos tecnocratas, porque pretendo realmente conversar e não escrever um tratado sobre o poder da comunicação visual. Quando se fala em comunicação visual pensa-se logo em logotipo e programação visual. É evidente que isso é muito importante na construção da imagem pública de qualquer empresa. Seja ela micro, pequena, media, grande, ou multinacional. É lógico que essa ferramenta precisará estar em constante processo de adaptação aos novos tempos. As exigências estéticas do mercado mudam muito e mais rápido do que imaginamos. A programação é, principalmente, uma síntese visual da empresa. Antes, é preciso definir quais são os seus objetivos, seus públicos alvo, sua cultura e a personalidade pública que mais simpatizantes ela deverá conquistar. Também se pensa que é preciso muito dinheiro para construir uma marca forte. Não é. Na realidade ela é lucrativa. Eu diria que com uma boa estratégia de comunicação visual, fica mais fácil a empresa ampliar seu mercado e lucros. Por que, então, a grande maioria das empresas é tão descuidada nesse quesito? Cá entre nós, existem empresas que fariam feio até no interior da Etiópia... São empresas cujos dirigentes não possuem, suficientemente, cultura mercadológica. Desconhecem ou não têm sensibilidade para os poderes de uma fachada cativante, um ambiente agradável, um design sedutor, uma embalagem confiável e atraente etc. etc. etc.  Vou ser curto e grosso: toda empresa precisa ser vaidosa, ter e demonstrar prazer de existir, e muito, muito, auto respeito. Se não for assim, não passará de uma tentativa pra ganhar um dinheirinho enquanto der. O mercado trata melhor a empresa que se apresenta e se comunica bem. E a comunicação visual é a fórmula mais eficaz e econômica dizer e demonstrar muita coisa sem usar nenhuma palavra. Principalmente quando sabemos que 75% (no mundo) das pessoas alfabetizadas são na realidade analfabetos funcionais (Só conseguem assimilar frases pequenas).
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