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O marketing, a direita, a esquerda e a mídia. Recebo muitas queixas de profissionais de marketing e de dirigentes de empresas solicitando menos política e mídia aqui no blog. Falha minha. O certo seria eu ter escrito mais matérias, como esta, mostrando a importância que tem para o marketing e para a direção das empresas ter uma visão mais critica desses dois fatores que podem alterar, para o bem e para o mal, o panorama mercadológico do Brasil e do mundo. Politicamente ficamos presos a duas propostas: esquerda ou direita. Uma espécie de fla-flu que nos posicionam como torcedores, para um ou para outro. Muitas vezes fanaticamente e, se me permitem colocar o dedo na ferida, estupidamente. Aceitamos e perdoamos as burradas do nosso “time” e ficamos umas araras quando são cometidas pelo adversário. A questão não é ser de esquerda ou de direita, é ser inteligente. É estar melhor informado. É aí que entra o triste papel que a grande mídia adota. Praticando descaradamente uma militância política que prejudica mais seus protegidos do que o mal que esperava causar nos adversários. E no Brasil. Ela não nos informa corretamente, eticamente ou seriamente, ela omite, manipula, mente, chantagia e defende seus próprios interesses. Políticos e empresariais. E faz isso com um primarismo, um provincianismo que seriam cômicos se não fossem trágicos. Elementar meu caro Watson: um bom jornal de esporte não pode ser torcedor do fla ou do flu. Analise esse vídeo: http://youtu.be/Ig9pE6qwzxw Perdoe as “alfinetadas” partidárias e faça uma análise toda sua sobre o que aconteceria no Brasil e na sua empresa se o governo tivesse feito o que essa mídia pregou no início e durante as crises nos Estados Unidos e Europa. Você vai entender melhor porque o profissional de marketing e os dirigentes empresariais precisam se proteger das “informações” e dos comentários dos “especialistas” dessa mídia provinciana.
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